Nascemos em 2008, na Holanda!

"A ideia de começar um próprio negócio surgiu de um misto de saudades da terra materna aliada à necessidade de uma vida mais saudável e sustentável.

Assim nasceu em 2008 Casa Brazuca e mais tarde Brazuca Coffee. Um conceito simples com poucos produtos mas de alta qualidade. O pão de queijo e o açaí na tigela, até então desconhecidos na Holanda conquistaram o paladar e o coração dos “Amsterdammers”. A ideia da torrefação de café surgiu mais tarde durante a “second wave coffee” onde o consumidor cansado de tomar “bad coffee” sem saber realmente o que estava tomando, exigiu saber mais sobre a origem, a forma de processo dos grãos, o “terroir” e os diferente estilos de torrefação surgindo então o termo Cafés Especiais. E o Brasil, como maior produtor mundial de café, é claro não poderia ficar para trás.Com a torrefação de café abriu-se uma nova dimensão e uma paixão que até hoje perpetua."

Tiago Gawlinski - Founder at Brazuca Coffee

_

De volta as origens - Back to the roots

A história do Brazuca no Brasil começou em 2018 e tem como protagonistas o fundador, Tiago Gawlinski, e seu sobrinho, Rafael Gavlinski, que decidiram trazer para o Brasil o conceito simples com poucos produtos mas de alta qualidade, que faz sucesso na Holanda há mais de uma década!

Em julho de 2019 abrimos nossas portas no Brooklin. Nossa loja conta com uma torrefação própria, que nos enche de orgulho e permite trabalharmos cada dia mais para oferecermos os melhores cafés para você!

Então, se quiser desfrutar de um café muito bom está no lugar certo. Nossos grãos brasileiros de alta qualidade, selecionados com o máximo cuidado, garantem uma excelente experiência de café. O cheiro, o sabor, a sensação. E tudo isso em uma xícara!

Enjoy the trip!

Esse é só o começo da nossa história no Brasil! Esperamos ansiosos pelos próximos capítulos! Que sejam de aprendizado, conquistas, compartilhamento de alegrias, sorrisos, sabores e, acima de tudo, de experiências inesquecíveis!

HISTÓRIA DE CANTADOR

Foi numa tarde de mormaço no verão de 1982 que esta pessoa que lhes escreve, então com 16 anos, resolveu escapar da monotonia de uma pequena cidade do interior gaúcho e partir para uma grande aventura: conhecer o mar!
Depois de ter emprestado (ou roubado, como queiram) e vendido a vitrola e as caixas de som dos meus pais, parti para a aventura e no dia seguinte me deparei com o vastidão do oceano e a água gelada tocando meus pés.
Naquela noite dormi na areia da praia tendo o céu como teto. Foi naquela noite escura, sem luar, deitado ali mirando as estrelas e o infinito do universo que decidi que me tornaria um viajante e conhecer seria o meu destino. Foi uma experiência marcante e inesquecível. Esse foi o começo de uma viagem sem fim.

Depois de me aventurar por vários países e ter percorrido meio mundo, acabei aterrissando em Amsterdã na Holanda. Por muitos anos trabalhei em restaurantes e bares, as vezes na viola outras atrás do balcão. Foi um longo período de aprendizado e de muita experiência adquirida.

A ideia de começar um próprio negócio surgiu de um misto de saudades da terra materna aliada à necessidade de uma vida mais saudável e sustentável.

Assim nasceu em 2008 Casa Brazuca e mais tarde Brazuca Coffee. Um conceito simples com poucos produtos mas de alta qualidade. O pão de queijo e o açaí na tigela, até então desconhecidos na Holanda conquistaram o paladar e o coração dos “Amsterdammers”. A ideia da torrefação de café surgiu mais tarde durante a “second wave coffee” onde o consumidor cansado de tomar “bad coffee” sem saber realmente o que estava tomando, exigiu saber mais sobre a origem, a forma de processo dos grãos, o “terroir” e os diferente estilos de torrefação surgindo então o termo Cafés Especiais. E o Brasil, como maior produtor mundial de café, é claro não poderia ficar para trás.
Com a torrefação de café abriu-se uma nova dimensão e uma paixão que até hoje perpetua.

Hoje com 4 filiais na Holanda e uma nova loja no bairro paulistano do Brooklin em São Paulo, materializa-se um sonho que vai muito além da imaginação daquele menino de 16 anos numa noite sem luar.

Tiago Gawlinski, setembro 2019